Negócios em Emersão  ·  Vamos Emergir?  ·  Cadastre-se e ganhe 50 REC de bonus

Qualquer pessoa pode ser fisiculturista?

Redação Recifes
20 visualizações
Qualquer pessoa pode ser fisiculturista?

Quando pensamos em fisiculturismo, é comum imaginar atletas com volumes musculares extremos. Mas esse é apenas um dos perfis que existem dentro do esporte. As competições possuem diferentes categorias, critérios estéticos e divisões por idade, o que abre espaço para físicos bastante distintos.

Cadastro efetuado com sucesso!

Você receberá nossa newsletter em breve.

Ainda assim, existe uma diferença entre praticar fisiculturismo, competir e chegar ao alto rendimento. E entender essa diferença é fundamental para responder à pergunta.

Nem todo fisiculturista precisa ter o mesmo corpo

As categorias variam conforme a federação e a competição. No masculino, por exemplo, existem divisões como Men’s Physique, Classic Physique e Bodybuilding. No feminino, Bikini e Wellness estão entre as possibilidades.

Os critérios também mudam. Algumas categorias valorizam mais volume muscular, enquanto outras dão maior peso à proporção, definição e determinadas características do físico. Há ainda divisões por idade, como Junior e Master.

O que é preciso para competir?

A preparação de um fisiculturista é construída ao longo do tempo. O treinamento de força busca promover hipertrofia e desenvolver os grupos musculares de acordo com os critérios da categoria, enquanto a alimentação é ajustada às diferentes fases da preparação.

É comum que atletas alternem períodos voltados ao ganho de massa muscular, conhecidos como bulking, com fases de redução de gordura corporal, chamadas de cutting.

No palco, porém, ninguém está levantando pesos. Os atletas são avaliados por critérios como volume muscular, definição, simetria e proporção, que variam conforme a categoria. A apresentação e as poses também fazem parte da competição.

Então, qualquer pessoa consegue chegar ao mesmo nível?

Não! Embora diferentes pessoas possam praticar o esporte e desenvolver significativamente o próprio físico, o potencial competitivo não é igual para todos.

Características determinadas em parte pela genética, como estrutura óssea, proporções corporais, inserções musculares e resposta individual ao treinamento, influenciam o resultado. Quanto maior o nível da competição, mais essas diferenças podem pesar.

E o fisiculturismo natural?

Também é importante diferenciar competições naturais de circuitos nos quais o uso de substâncias para aumento de performance pode ocorrer. Federações de fisiculturismo natural estabelecem regras e testes antidoping próprios.

O uso de esteroides anabolizantes e outras substâncias não transforma a preparação em algo seguro e pode trazer consequências importantes para a saúde. Um estudo recente publicado no European Heart Journal, que acompanhou fisiculturistas competitivos, chamou atenção para o risco cardiovascular e a mortalidade entre atletas do esporte, especialmente no nível profissional.

Práticas extremas de preparação, incluindo estratégias de desidratação antes das competições, também podem oferecer riscos e não devem ser tratadas como parte necessária de uma rotina fitness comum.

O caminho até os palcos

O fisiculturismo possui categorias capazes de receber diferentes perfis, e não é necessário ter o físico de um atleta da categoria Open para começar no esporte. Mas competir exige preparação específica, e chegar ao alto rendimento depende de fatores que vão além de dedicação, treino e alimentação.

Para quem deseja entrar nesse universo, o caminho começa muito antes do palco, com treinamento consistente e acompanhamento adequado para construir um físico compatível com a categoria escolhida sem ignorar a saúde.

Por que a insulina é utilizada no fisiculturismo?

Acompanhe a Recifes.net

Gostou desta leitura? Siga a Recifes nas redes e receba as proximas pautas no WhatsApp.

Artigo originalmente publicado em boaforma.abril.com.br
Compartilhar:

Comentários

Seja o primeiro a comentar!