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Galaxy Watch 9: análise detalha hardware e ecossistema de apps

Redação Recifes
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Galaxy Watch 9: análise detalha hardware e ecossistema de apps
Foto: SpotOn POS / Pexels

O smartwatch Galaxy Watch 9 opera com o processador Snapdragon Wear Elite de três nanômetros e sistema Wear OS 7.0 sob a interface One UI 9.0 Watch, de acordo com a demonstração do apresentador Adriano Ponte para o Canaltech. A versão avaliada, com caixa de 40 mm, possui bateria de 390 mAh, enquanto a fabricante também disponibiliza modelos de 44 mm com maior capacidade energética e variações com conexão LTE.

O dispositivo possui visor capaz de atingir três mil nits de brilho máximo e opera com a função de tela sempre ligada (Always-On Display). O hardware atua em conjunto com 2 GB de memória RAM, executando tarefas de pareamento, uso de GPS de dupla frequência e acesso independente à Google Play Store, o que possibilita a instalação de aplicativos de mensagens e sistemas de pagamento sem a necessidade do uso concomitante do celular.

Monitoramento biométrico e aplicativos

Na captação de métricas de saúde, o relógio entrega relatórios sobre a frequência cardíaca e a detecção de quadros de apneia do sono. O sistema cruza os dados do desgaste físico diário com o histórico noturno para gerar um índice de recuperação corporal, medido em uma escala numérica de 0 a 100, indicando a energia disponível para o usuário.

O gerenciamento dessas métricas exige a instalação de diferentes softwares no smartphone. Durante a etapa de configuração, o pareamento do Galaxy Watch 9 demanda o download da plataforma Galaxy Wearable, de um plugin de gerenciamento e do aplicativo Samsung Health.

"O usuário tem que instalar um terceiro aplicativo para poder usar o relógio", afirma Ponte, pontuando a diferença de arquitetura na centralização de dados da fabricante em relação a outros vestíveis do mercado.

Integração e registro de dados

O equipamento realiza eletrocardiogramas (ECG) e estimativas de pressão arterial. A medição da pressão requer calibração frequente com um esfigmomanômetro de braço tradicional. Os dados registrados nessas avaliações são processados obrigatoriamente por meio do aplicativo Samsung Health Monitor.

O acesso nativo a esse diagnóstico, no entanto, é restrito a usuários de smartphones fabricados pela Samsung. A execução oficial do programa em aparelhos Android de outras empresas é bloqueada.

"Você ter que ter um celular Samsung para isso é uma restrição artificial", diz o apresentador. Ponte ressalta que a barreira ocorre na camada do software, mencionando que a utilização de versões modificadas do aplicativo, distribuídas por desenvolvedores independentes, possibilita a liberação das ferramentas de leitura clínica em celulares de marcas concorrentes.

Saiba mais sobre os novos relógios Samsung lança Galaxy Watch 9 e Ultra 2 no Brasil com baterias maiores e veja também o comparativo Galaxy Watch 9 x Watch 8: como o smartwatch da Samsung mudou em 1 ano.

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Artigo originalmente publicado em canaltech.com.br
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